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Serra do Cipó - Pedaço fantástico do Espinhaço

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  • Endereço

    Santana do Riacho

  • Cidade

    Santana do Riacho/Minas Gerais

  • Descrição

    Quem não conhece, precisa conhecer. Parece que você está no país das maravilhas naturais.

    Dezenas de pousadas, dezenas de point´s para bebericar e delícias para beliscar e se fartar.

    Durante o dia, caminhadas, pedaladas, escaladas, cachoeiras, rios e uma infinidade de opções naturais, mas aqui você encontra também muita história.

    Em decorrência do relevo acidentado observa-se a frequente formação de cachoeiras, corredeiras e piscinas naturais, que mantêm o seu volume de água constante durante quase todo o ano devido ao aspecto areno-rochoso do solo. Típicos também da região são os cânions, gargantas sinuosas e profundas que abrigam cachoeiras e poções em seu interior.

    Na Serra você conhecerá o famoso Juquinha, figura lendária do local. 

    Uma das figuras mais conhecidas conhecida como o Corujão da Serra, cuja memória foi homenageada pela prefeitura com uma imponente estátua.

    Parque Nacional

    No início dos anos 70 foi pleiteada a criação de um parque para proteger as belezas naturais da Serra do Cipó e em 1978 o parque estadual foi criado.

    Mas em 25 de setembro de 1984 foi publicado o Decreto nº 90.223 criando o Parque Nacional da Serra do Cipó.

    Situado na serra do Espinhaço o Parque possui uma área de 33.800 hectares que corresponde à superfície total da cidade de Belo Horizonte, um perímetro de 154 quilômetros, está localizado na área central do estado de Minas Gerais, na parte sul da cordilheira do Espinhaço, envolve terras dos municípios de Jaboticatubas, Santana do Riacho, Morro do Pilar e Itambé do Mato Dentro, e, desde 2007, é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), sendo que a partir de então o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) ficou, dentre outras, com as atribuições de licenciamento, controle e fiscalização ambientais.

    Visando dar uma maior proteção aos ecossistemas da região, dia 26 de janeiro de 1990 o governo federal através do Decreto nº 98.891 criou a área de proteção ambiental denominada APA Morro da Pedreira, que circunda todo o Parque e envolve uma superfície de 66.200 hectares.

    Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço

    O complexo da Serra do Cipó fazem parte da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço, que contém três complexos vegetacionais: campos rupestres (84% da área total), cerrado (8%) e mata atlântica (8%).

    As áreas de conservação possuem uma grande variedade de espécies animais e vegetais, tendo uma das maiores biodiversidades do mundo. A fauna, apesar de vasta, é pouco conhecida, destacando-se a presença do lobo-guará, cachorro-vinagre, tamanduá-bandeira, veado-campeiro, onça-parda, gato-maracajá, sagui, jaguatirica, sanhaço, sapo-de-pijama e rã-diurna. Já na flora relevam-se: pau-pombo, a copaíba, o limãozinho, as quaresmeiras, os crótons e as samambaiaçus, nas áreas de mata atlântica; as canelas-de-ema (velósias gigantes), sempre-vivas, bromélias e cactos, além de várias espécies de orquídeas, nos campos rupestres; e murici, o pau-terra, as quaresmeiras e os ipês, no cerrado.

    A serra

    A Serra do Cipó é uma formação geológica que faz parte da província geológica da Serra do Espinhaço. Sua história geológica é complexa e data do período Pré-Cambriano, com suas rochas arenosas que foram formadas por depósitos marinhos há mais de 1,7 bilhão de anos.

    Além da importância geológica, a Serra do Cipó é considerada um divisor natural das bacias hidrográficas dos rios São Francisco e Doce. A diversidade da sua vegetação é altíssima, e muitas espécies são encontradas somente ali. A fauna é representativa e abriga várias espécies ameaçadas de extinção. Para preservar este patrimônio natural, foi criado o Parque Nacional Serra do Cipó. São ao todo cem mil hectares de cerrados, campos rupestres e matas, além de rios, cachoeiras, cânions, cavernas e sítios arqueológicos preservados.

    A região do Parque caracteriza-se por altitudes significativas, em geral variando entre 900 e 1.600 metros, sendo que alcança na Serra da Mutuca, extremo sudeste do Parque, 1697 metros. Este relevo acidentado dá origem a cachoeiras e corredeiras de grande beleza visual, a exemplo das cachoeiras da Farofa e da Braúna e o cânion dos Confins.

    Em locais de topografia propícia e drenada por muitos córregos a flora aquática também é muito rica em variedades. 

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